quarta-feira, 24 de maio de 2023

Produção de pneus em mudança até 2050

04 - Producao de pneus em mudanca ate 2050 

 

Até 2050, no máximo, todos os pneus deverão ser feitos de materiais sustentáveis. Até lá, há ainda um longo caminho a percorrer. Passo a passo, já se está a tornar evidente quais serão as matérias-primas que  se irão tornar fundamentais no fabrico de pneus no futuro. Estas incluem produtos residuais da agricultura – como as cinzas das cascas de arroz – borracha de dente-de-leão, borracha reciclada ou garrafas PET

Claus Petschick, Diretor de Sustentabilidade da Continental Pneus, é claro sobre a missão da empresa: “A Continental está a caminho de se tornar o fabricante mais progressista na indústria de pneus em termos de sustentabilidade. O nosso objetivo é utilizar a 100% materiais sustentáveis nos nossos pneus até 2050. O nosso poder de inovação permite-nos estudar novos terrenos ainda mais sustentáveis. Isto engloba tudo, desde a origem dos nossos materiais até à reutilização e reciclagem dos nossos pneus”, afirmou.

Atualmente, são utilizados cerca de 15 a 20% de materiais renováveis ou reciclados num pneu de automóvel de passageiros da Continental. Para aumentar ainda mais a proporção de materiais sustentáveis e conservar recursos valiosos, a Continental analisa e revê continuamente todas as matérias-primas utilizadas na produção de pneus.

Combinação perfeita de materiais para máxima segurança
Dependendo da aplicação, estação do ano e ambiente, os pneus têm de cumprir requisitos específicos. Isto pode ser visto, por exemplo, no design do piso. Mas noutras áreas – a composição do composto de borracha, por exemplo – estas alterações não são visíveis tão facilmente. Os pneus de automóveis de passageiros da Continental utilizam no seu fabrico mais de uma centena de matérias-primas diferentes.

A composição dos diferente materiais tem um grande impacto nos pneus e nas suas características de manuseamento. A capacidade de utilizar os vários materiais – com as suas propriedades únicas e interdependências – de formas específicas é um ato de equilíbrio complexo para os engenheiros e peritos em materiais da Continental. Só quando todos os materiais estão idealmente combinados entre si é que se podem criar pneus seguros, energeticamente eficientes, duráveis e de alto desempenho.

A borracha natural ainda é essencial graças às suas propriedades excecionais
A borracha natural é essencial para assegurar um desempenho excecional dos pneus. Este produto natural representa entre 10 a 40% do peso total dos pneus modernos de alto desempenho. As suas propriedades especiais incluem o elevado nível de resistência e durabilidade. A indústria de pneus é o maior consumidor da produção global de borracha, sendo responsável por mais de 70% da mesma. No entanto, a Continental considera a borracha natural como um material sustentável se a sua origem e extração forem de forma responsável. Por conseguinte, a empresa emprega uma abordagem integrada destinada a tornar as complexas e fragmentadas cadeias de fornecimento de borracha natural mais sustentáveis. Incluindo a utilização de tecnologia digital de ponta, envolvimento local e estreita colaboração com parceiros com o objetivo de melhorar a transparência e a rastreabilidade ao longo de toda a cadeia de valor. Entretanto, com o seu projeto Taraxagum, a Continental está a seguir uma abordagem inovadora para assegurar que se pode tornar menos dependente da borracha natural cultivada, principalmente, no sudeste asiático. O fabricante de pneus está a trabalhar ao lado de parceiros na industrialização da extração de borracha natural de plantas de dente-de-leão especialmente cultivadas.

Enchimento sustentável à base de plantas
Para além da borracha, componentes como a sílica são essenciais para a montagem de pneus. A sílica, por exemplo, ajuda a otimizar características tais como aderência, resistência ao rolamento e vida útil dos pneus. No futuro, a casca de arroz será utilizada como o material base da sílica produzida de forma sustentável. As cascas de arroz são um produto residual da produção de arroz e não podem ser utilizadas como alimento ou ração de animais. A sílica derivada das cinzas das cascas de arroz é mais eficiente em termos energéticos do que a obtida a partir de materiais convencionais como areia de quartzo.

Os óleos vegetais – tais como óleo de colza e resinas à base de materiais residuais das indústrias do papel e da madeira – já oferecem uma alternativa aos enchimentos à base de óleo bruto nos pneus Continental. Só são utilizados óleos que satisfazem as normas técnicas de qualidade e não são adequados para consumo. Os óleos e resinas permitem flexibilidade em termos de compostos para pneus, melhorando assim a aderência do material.

Expandir a economia circular
Até 2050, a Continental tem como objetivo realizar operações totalmente circulares na produção de pneus. Para além da utilização de materiais renováveis, a empresa está a trabalhar sistematicamente na utilização de matérias-primas recicladas na produção de pneus. Isto destina-se a assegurar que o ‘negro de fumo’ – outro enchimento crucial em compostos de borracha – possa ser obtido em grande escala no futuro. A Continental assinou recentemente um acordo de desenvolvimento com a Pyrum Innovations, com vista a otimizar ainda mais a reciclagem de materiais de pneus velhos.  Para tal, a Pyrum desfaz os pneus velhos até ficar com as partes constituintes dos mesmos, utilizando um processo especial de pirólise. Desta forma, as matérias-primas valiosas contidas nos pneus “em fim de vida” podem ser extraídas e recicladas. Ambas as empresas estão a trabalhar com o objetivo de obter matérias-primas de alta qualidade do óleo de pirólise para a produção de pneus Continental a médio prazo, para além da utilização direta de ‘negro de fumo’ de alta qualidade. A longo prazo, o fabricante de pneus premium e a Pyrum têm como objetivo estabelecer um conceito de economia circular em circuito fechado para a reciclagem de pneus velhos.

Borracha reciclada de pneus “em fim de vida”
Para além da pirólise, a Continental está também a fazer uso do processamento mecânico de pneus “em fim de vida”. A borracha, o aço e o fio têxtil em particular, são separados uns dos outros, num processo altamente sofisticado. A borracha é então preparada para ser reutilizada como parte de novos compostos de borracha.

Garrafas de plástico reciclado em carcaça do pneu
“As matérias-primas recicladas vão desempenhar um importante papel para tornar os pneus mais sustentáveis. Utilizamos materiais reciclados sempre que possível. A qualidade e as propriedades dos materiais comparáveis às matérias-primas convencionais são cruciais para nós”, referiu Petschick.

A Continental está a trabalhar com parceiros para obter fios de poliéster de alta qualidade para os seus pneus a partir de garrafas PET recicladas. As garrafas PET acabam frequentemente em incineradoras ou aterros sanitários. Com a sua tecnologia ContiRe.Tex, o fabricante de pneus desenvolveu uma alternativa mais eficiente em termos energéticos e ecológicos que permite reutilizar entre nove a quinze garrafas de plástico por cada pneu, dependendo da dimensão do mesmo. O PET reciclado já substitui o poliéster convencional nas estruturas de algumas carcaças dos pneus. As garrafas PET utilizadas são provenientes exclusivamente de regiões onde não existe um circuito fechado de reciclagem.

Avançar sistematicamente para uma maior sustentabilidade
A Continental está a trabalhar incansavelmente para avançar com tecnologias inovadoras e produtos e serviços sustentáveis ao longo de toda a sua cadeia de valor, desde a aquisição de materiais sustentáveis até à reciclagem de pneus “em fim de vida”. A empresa tem como objetivo atingir 100% de neutralidade de carbono até 2050.

 

Fonte: Revista dos Pneus

 

 

 

Volkswagen ID. Buzz e ID. Buzz Cargo escolhem Goodyear

 05 - Volkswagen ID. Buzz e ID. Buzz Cargo escolhem Goodyear 1 

A Goodyear anunciou que o esperado Volkswagen ID. Buzz, e a versão de transporte ID. Buzz Cargo, vão  ser equipados com pneus Goodyear como equipamento de origem em toda a gama

O ID. Buzz traz a forma e o estilo clássicos da autocaravana da Volkswagen, modernizando o emblemático veículo ao ser lançado apenas com um sistema de propulsão elétrico, que se espera ofereça uma autonomia de 250 milhas com um pack de baterias de 77 kWh. Para o alcançar destes impressionantes números é importante o contributo dado pela gama de pneus da Goodyear, os quais foram concebidos para minimizar a resistência ao rolamento, sem sacrificar a performance.

A Goodyear fornecerá pneus de verão, de inverno e para todas as estações enquanto equipamento de origem da gama ID. Buzz: Goodyear Eagle F1 Asymmetric 5, UltraGrip Performance+ e Vector 4Seasons Gen-3.

O Eagle F1 Asymmetric 5 foi escolhido pelo seu comportamento tanto em piso seco como molhado. Concebido para proporcionar um conforto de nível superior, o pneu estará disponivel para jantes de 18 polegadas. Este pneu é um vencedor de testes com provas dadas, com um desempenho impressionante à chuva e em termos de eficiência. Sendo um veículo elétrico, o ID. Buzz requere um pneu que possa lidar com as características de uma cadeia cinemática elétrica, ao mesmo tempo continuando a ser confortável e silencioso.

O Goodyear UltraGrip Performance+ foi concebido para oferecer uma ótima performance em estradas com neve e com gelo, mantendo, ao mesmo tempo, um forte nível de aderência em piso seco. Disponível para jantes de 18 e 20 polegadas, o pneu inclui atributos que garantem excelentes distâncias de travagem sobre neve, um desgaste otimizado da banda de rolamento, e um menor risco de aquaplaning. Enquanto parte da extensa gama de pneus de inverno da Goodyear, o UltraGrip Performance+ conta com o logótipo 3PMSF (Three Peak Mountain Snowflake), que o designa como especificamente concebido para condições de gelo e neve.

Para uma solução para todas as estações, a Goodyear também disponibilizará o pneu Vector 4Seasons Gen-3. Estará disponível nas medidas 235/60 R18 (dianteiro) e 255/55 R18 (traseiro), para aqueles que pretendam a melhor performance global quaisquer que sejam as condições meteorológicas. Este modelo de pneu também conta com o logótipo 3PMSF (Three Peak Mountain Snowflake).

Hans Vrijsen, Managing Director Consumer OE da Goodyear EMEA: “Temos on privilégio de ter sido escolhidos pela Volkswagen para fornecer os pneus para o ID. Buzz. Com os três pneus disponíveis, temos cobertas todas as condições. Enquanto um veículo elétrico, colocámos especial consideração na minimização da resistência ao rolamento, e com a eletrificação a ser uma vertente estratégica da Goodyear, dispomos de uma ampla gama de pneus adequados às exigências e à performance dos automóveis elétricos.”

Medidas disponíveis:

Eagle F1 Asymmetric 5

235/60 R18
255/55 R18

UltraGrip Performance+

235/60 R18
255/55 R18
235/50 R20
265/45 R20

Vector 4Seasons Gen-3

235/60 R18
255/55 R18

 

Fonte: Revista dos Pneus

sexta-feira, 17 de março de 2023

MICHELIN Power Adventure o novo pneu radical para bicicletas

03 - MICHELIN Power Adventure o novo pneu radical para bicicletas  

 

O novo MICHELIN Power Adventure destina-se aos ciclistas que utilizam a sua bicicleta 80% do tempo no asfalto, e 20% nos trilhos, graças ao desenho híbrido do piso da banda de rolamento

Num momento em que as bicicletas gravel estão a tornar-se cada vez mais versáteis, a Michelin vai de encontro às expetativas dos ciclistas com um novo produto: o MICHELIN Power Adventure. Completando a gama MICHELIN Power, este pneu destina-se aos desportistas em busca de aventura, e que pretendem baixa resistência ao rolamento e excelente aderência.

Enquanto a nova opção dentro da gama gravel, o MICHELIN Power Adventure distingue-se do pneu MICHELIN Power Gravel graças ao padrão da sua banda de rolamento, o qual foi concebido para oferecer uma elevada performance no asfalto, ao mesmo tempo oferecendo uma boa aderência fora de estrada. O MICHELIN Power Adventure é o pneu perfeito para os entusiastas do gravel, e, também, para os praticantes de bikepacking (variante do cicloturismo, em que os ciclistas apenas transportam o mínimo necessário) e de trekking, e para os que utilizam a sua bicicleta para deslocações urbanas pendulares.

MICHELIN Power Adventure: alta performance e design atraente
O desenho da sua banda de rolamento, com pequenos tacos e uma nervura central lisa, permite ao ciclista circular por caminhos de terra ou gravilha. Enquanto que a sua escultura dentada é adequada para os trilhos mais complicados, a banda central lisa permite uma maior velocidade de rolamento, ao mesmo tempo proporcionando a máxima aderência em asfalto.

O novo e exclusivo composto, a tecnologia Gum-X, otimiza a aderência tanto em superfícies secas como molhadas, para uma maior segurança e uma melhor performance em estrada. Além do mais, o MICHELIN Power Adventure beneficia da tecnologia “BEAD 2 BEAD”, uma capa protetora adicional que rodeia toda a carcaça do pneu, a qual proporciona uma excelente durabilidade. Por fim, em termos de estrutura, a carcaça 3×100 TPI é mais leve e oferece um superior conforto, o que permite rodar com segurança durante mais quilómetros.

Além da alta performance que oferece, o desenho do novo MICHELIN Power Adventure também teve em conta a estética. Com duas cores de flancos diferentes (preto ou clássico), este pneu tem tudo para combinar-se, e fazer destacar, qualquer bicicleta.

Disponível em versão tubeless ready, o MICHELIN Power Adventure oferece uma ampla gama de medidas: 30-622; 36-622; 42-622; 48-622.

 

Fonte: Revista dos Pneus

 

Ambiente e segurança

02 - ambiente e seguranca 

As preocupações ambientais e a segurança sempre foram uma prioridade das principais marcas de pneus presentes no mercado. A norma VECTO veio trazer desafios acrescidos ao setor e produz já hoje impacto no desenvolvimento e na oferta que as marcas disponibilizam ao mercado no segmento do equipamento original

A norma VECTO é uma ferramenta de simulação digital desenvolvida pela UE para garantir que as metas de redução de emissões de CO2 sejam cumpridas. Com a VECTO, os fabricantes de veículos podem simular as emissões de CO2 e o consumo de combustível em veículos com diferentes configurações. Como resultado, o novo regulamento da União Europeia sobre a etiquetagem de pneus entrou em vigor, a fim de oferecer aos consumidores uma maior transparência.

As questões ambientais são por isso encaradas como grandes desafios por todos os fabricantes, o que os obriga a utilizar a mais avançada tecnologia no fabrico, com o grande objetivo de serem cada vez mais ecológicos. A resistência ao rolamento é um dos principais fatores com impacto nos consumos de combustível – que podem representar até 30% dos custos totais.

Em termos de dimensões e capacidade de carga dos veículos, deve ser alcançado um consenso a nível europeu para harmonizar as massas e dimensões dos veículos. Mega-camiões de 25,25 m já circulam nas estradas principais europeias e recentemente iniciaram-se os ensaios de duo-reboques com um comprimento de 32 m.

Quanto aos veículos elétricos estão cada vez mais presentes nas frotas de autocarros urbanos e o seu aumento será exponencial nos próximos anos, no entanto, para camiões com mais de 3500 kg, a questão da autonomia continua a ser um travão importante para o desenvolvimento de soluções. Para médias e longas distâncias, os principais fabricantes de veículos estão a desenvolver soluções baseadas no hidrogénio com baterias de combustível.

 

Fonte: Revista dos Pneus

 

Bridgestone e FIA de ‘mãos dadas’ no ecoRally Cup

03 - Bridgestone e FIA de ‘maos dadas no ecoRally Cup 

 

A Fédération Internationale de Automobile (FIA), associou-se à Bridgestone numa colaboração pioneira como parceiro principal do Bridgestone FIA ecoRally Cup e a colocar o seu nome na prova de regularidade e consumo de energia da FI

O novo apoio plurianual da Bridgestone irá impulsionar a ecoRally Cup, que tem como objetivo abordar grandes preocupações ambientais como a poupança de energia e também promover comportamentos positivos dos concorrentes do desporto automóvel.

Esta competição, criada em 2006, é inteiramente dedicada aos veículos elétricos que correm em eventos de regularidade. Os veículos utilizados na competição são veículos produzidos para a estrada com motor elétrico, que possuem documentos de registo válidos para utilização na via pública, sem qualquer tipo de modificação. Isto permite aos concorrentes utilizar os seus veículos tanto em prova como no dia-a-dia.

O evento proporciona à Bridgestone uma oportunidade de promover ainda mais o “ENLITEN”, uma combinação de múltiplas tecnologias de ponta que proporcionam a máxima segurança, desempenho excecional dos pneus e características de sustentabilidade melhoradas, assegurando ao mesmo tempo que os pneus Bridgestone estão prontos para VE. Além disso, o envolvimento da Bridgestone levará a um maior envolvimento dos Clubes Membros da FIA, a um compromisso da marca com o desporto automóvel internacional, e um foco em iniciativas de segurança rodoviária.

Durante o anúncio feito no Circuito Fuji Speedway no Japão, Tomoyuki Takagi, o Diretor Executivo de Global Marketing Strategy da Bridgestone Corporation revelou a nova identidade da marca e afirmou: “Estamos orgulhosos de apoiar a ecoRally Cup através da parceria com a FIA. Esta parceria alinha-se com o Compromisso E8 da Bridgestone, o nosso compromisso empresarial que acelera a nossa transformação para uma empresa de soluções sustentáveis. O nosso objetivo é inspirar entusiasmo e espalhar alegria pelo mundo da mobilidade, ao mesmo tempo que nos esforçamos por alcançar a realização de uma sociedade de mobilidade neutra em carbono com as nossas tecnologias e iniciativas como a ecoRally Cup da FIA”.

Já Andrew Wheatley, Diretor do Departamento de Rally da FIA, referiu: “Estamos satisfeitos por termos o apoio a longo prazo da Bridgestone no projeto da ecoRally Cup da FIA. Esta parceria permitirá que o evento atinja novos públicos através da expansão geográfica e aumente o perfil de sustentabilidade da competição. A poupança de energia e o desporto motorizado responsável e a mobilidade são fundamentais para os objetivos de sustentabilidade da FIA”, concluiu.

 

Fonte: Revista dos Pneus

 

terça-feira, 7 de março de 2023

Falken regressa a Nürburgring ao volante de dois Porsche 911 GT3 R

02 - Falken regressa a Nurburgring ao volante de dois Porsche 911 GT3 R 

A Falken Motorsports regressa a Nürburgring Langstrecken Series (NLS) e às 24 Horas de Nürburgring em 2023 com dois novos Porsche 911 GT3 R (992)

O novo 911 GT3 R (992) substitui o Porsche 911 GT3 R (991.2) com o qual a Falken corre desde 2018. Em tempos, com o 991.2, a Falken, conquistou inúmeras vitórias e pódios no exigente circuito de Nürburgring Nordschleife, incluindo duas vitórias famosas na temporada de 2022 nas prestigiosas corridas de resistência NLS de 6 e 12 horas.

A temporada de 2023 será a 13ª para a Falken como uma equipa parceira da Porsche. A relação da Falken com a marca alemã começou em 2011 e tem sido muito proveitosa. Além de alcançar bons resultados no NLS (anteriormente VLN), a Falken e a Porsche conquistaram vários resultados entre os 10 primeiros nas 24 Horas de Nürburgring, incluindo o quarto lugar geral na edição de 2021.

Embora a Falken ainda não tenha recebido os seus dois novos 911 GT3 R (992), já tem experiência com o novo carro. Em outubro, a fabricante de pneus, foi selecionada para se tornar a primeira equipa parceira da Porsche a competir com o carro no NLS 8.

“Estamos entusiasmados por regressar ao Nordschleife em 2023 como uma equipa parceira da Porsche e competir com o novíssimo 911 GT3 R”, disse Stefanie Olbertz, diretora de automobilismo da Falken Tire. “O novo modelo é um avanço em desempenho e design e mal podemos esperar para entrar na pista e lutar pela vitória tanto na temporada NLS quanto nas 24 Horas de Nürburgring”.

 

Fonte: Revista dos Pneus

 

Novo C1 Pirelli estreia-se em Sakhir

02 - Novo C1 Pirelli estreia se em Sakhir 

O novo C1 fará a sua estreia na primeira corrida da temporada, em Sakhir. Este ano, a Pirelli ampliou a gama de compostos disponíveis para seis, sendo que apenas três são escolhidos para cada corrida. O novo composto C1 preenche a lacuna entre o C0 (antigo C1, em 2022) e o C2, que permanece inalterado em relação ao ano passado

Foram escolhidos os compostos C1 (P Zero duro), C2 (P Zero médio) e C3 (P Zero macio). Os pilotos terão à sua disposição dois conjuntos de pneus duros, três de médios e oito de macios por, bem como a habitual atribuição de pneus  intermédios e pneus de chuva completos.

O Circuito Internacional do Barém apresenta um dos asfaltos mais abrasivos do ano, e uma pista que consiste em curvas de baixa a média velocidade que coloca, essencialmente, grandes exigências de tração e travagem nos pneus. O layout exige também um bom nível de estabilidade na parte traseira do monolugar.

A ampla janela de temperaturas é um fator a considerar. As temperaturas do asfalto podem chegar a 45 graus durante o dia, caindo pelo menos 15 graus ao anoitecer.

O Grande Prémio do Barém é organizado num circuito cercado pelo deserto de Sakhir, o que significa que a areia pode ser arrastada para a pista pelo vento, afetando os níveis de aderência durante as sessões.

Considerando que as corridas de apoio incluem provas da Fórmula 2 e da Fórmula 3, espera-se uma evolução notória da pista, devido à borracha que se depositará.

A degradação dos pneus será crucial no momento de decidir a estratégia. Na temporada passada, todos os pilotos, exceto um, pararam três vezes, devido a um safety car no final da corrida. O vencedor Charles Leclerc (Ferrari) realizou dois stints de macios, antes de trocar para o composto médio. Com o carro de segurança em pista, o monegasco teve a possibilidade de regressar aos macios, terminando a corrida à frende do seu companheiro de equipa, Carlos Sainz.

“A primeira corrida do campeonato será um importante laboratório de testes para validar todo o trabalho de desenvolvimento que fizemos no ano passado, que nos permitiu melhorar ainda mais a estrutura dos pneus e introduzir um novo composto. O nosso novo C1 fará a sua estreia em Sakhir: um composto totalmente novo, baseado no C2 do ano passado, que nos permite reduzir a diferença de desempenho entre os compostos mais duros da gama. Esperamos que seja uma opção válida para a corrida deste fim de semana. O ‘undercut‘ é muitas vezes decisivo para o sucesso no Grande Prémio do Barém, pelo que será interessante ver como as equipas vão jogar com esse fator”, referiu Mario Isola – Diretor Motorsport da Pirelli.

Fonte: Revista dos Pneus